Os Super Gorrila uniram-se para extrapolar a ideia de arte institucionalizada criada por especialistas para uma fracção muito específica da sociedade.

Através de desvios à retórica quotidiana urbana e de incursões nos diversos mecanismos de representação, os Super Gorrila apropriaram-se do conceito de marketing viral, para estruturar as suas intervenções artísticas, apontando para um espaço social mais alargado e diverso, interrompendo percursos despreocupados com apontamentos cuidados e acutilantes criando o rumor de um novo produto ou serviço, neste caso especifico, Arte.

Uma Arte que procura o encontro, a comunicação e a partilha, que pesquisa variações formais do existente para reinventar, reintroduzir e re-apresentar o mundo ao mundo. Fazer igual mas de outra maneira.

SUPER GORRILA a obrar desde 2009.

supergorrilas@gmail.com

domingo, 29 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Arte da Guerra


Arte ou Morte

Uma vez desencadeada a carnificina nunca mais parou, Coitadinho!!!
Académicos e voluntários estão confiantes nas suas experiências. No entanto, o final termina sempre numa questão: quanto custa proteger uma cultura? Os inimigos vão mudando e os aliados também.
Ao mesmo tempo que os clássicos perdem influência como ideologia dominante, os modernistas perdem-se na noção de igualdade da experiência estética, cabendo assim aos rebeldes construir a noção e o fundamento sobre a situação artística mundial. Hoje, chama-se a este tipo de movimentos mais ou menos clandestinos, guerrilhas. Isto porque não são a favor nem contra, são contra-contra-contra-contra quem é a favor do paulismo crónico de que sofre a sociedade contemporânea imperialista.
A história da abertura da fronteira entre a arte e a ciência tem vindo a contaminar os sistemas políticos, de informação e, consequentemente, a opinião pública. Estas acções desertificam ainda mais muitas rotas do deserto, alienando partes significativas do território cultural dos Estados soberanos em ciência. Outro dos problemas é financeiro: calculava-se que fosse doer, mas nunca se esperou ser tão terrível.
Assumiu-se que essa ânsia pura de avançar seria tão natural que se encarou o ataque sem o disparo de uma única bala como uma forma de arte ideal. Mesmo que, posteriormente, no terreno de combate se tenha moderado um pouco esta decisão, não é menos verdade que ambas as faces da guerra são grotescas e belas.
A arte tem duas faces. A guerra tem duas faces. A terra tem duas faces. O Homem tem duas faces. O cu tem duas faces. O confronto tem duas faces. Existem sempre, no mínimo, dois actos, ou faces, associados ao combate: o ataque e a defesa. Ataca-se, atacando o mais querido do sistema inimigo. Defende-se, assumindo uma postura não-passiva, remetendo assim para o ataque a melhor arma de defesa.  Defende-se, retaliando, numa tentativa de apropriação do que aos atacantes pertencia. Re-ataca-se, na expectativa de, não só recuperar do tombo, mas principalmente, aumentar o capital perdido, cultural, claro. Com estas intenções, não existe outro caminho a conquistar que não a vitória. Por agora, tenha-se em conta o relevo que nesta passagem é concedido à dissimulação e ao logro. A dissimulação das formulações permite, entre outras coisas, vencer a morte. A morte de uma cultura, claro! As guerrilhas, claro, têm tido alguma dificuldade em determinar se alguém está envolvido em actividades que representem uma ameaça para a segurança da arte, escuro. 
Há a excepção da face do s(c)em faces, a do observador, ou espectador, o que observa, ou "especta", e que apesar de tantas vezes se auto-nominar "passivo", dê por onde der acaba sempre por ficar especado e sair espetado.
Um dia, não muito longínquo, se for instituído na Arte um novo sistema paradigmático, teremos então que erradicar esta sociedade imperialista cultural, para instaurar uma onde a vida conte mais que a morte. 
Esta campanha porém ainda não está ganha, porque palavras não vencem guerras, ainda. 

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Desconcerto Fajuto - Músicas Sonoro Plásticas Estético Drásticas



 



Sras. e Srs., meninos e meninas, cães gatos e lagartos, aqui estão as nossas aventuras sonoro-plásticas estético-drásticas, recolhidas com muito afinco, tratadas até ficarem num brinco e revestidas com uma fina camada de zinco.
Desconcerto Fajuto é um requintado Super Produto Gorrila que irá entreter uma pequena minoria.